A Assembleia Estatutária da Universidade de Aveiro aprovou no dia 22 de Dezembro, por unanimidade, a transformação desta instituição de ensino superior em fundação pública com regime de direito privado (Fundação João Jacinto de Magalhães).
"Tendo por base o projecto de desenvolvimento da UA, foi estabelecido um acordo de princípio com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para a celebração de um contrato-programa, baseado em objectivos de desempenho, que permitirá o reforço das infra-estruturas e equipamentos, a contratação de recursos humanos qualificados, o desenvolvimento de medidas específicas de apoio aos estudantes e à promoção da qualidade do ensino e o reforço de medidas transversais de garantia da qualidade".
"UA tem agora configurado um novo modelo de enquadramento, de governo e de organização, que visa proporcionar condições de médio prazo para a continuada melhoria do serviço público prestado pela Universidade de Aveiro, em matéria de investigação, ensino e cooperação com a sociedade".
Esta mudança deverá custar cerca 40 milhões de euros ao longo dos próximos cinco anos. A UA é a primeira universidade a avançar com uma proposta neste sentido.
Protocolo
Em traços gerais, a UA ganha independência tanto ao nível financeiro como ao nível da sua gestão, cujo ponto que nos parece mais significativo, é o facto de não poder depender do financiamento estatal. Como entidade financeiramente independente, ganha também uma maior autonomia no que toca à gestão interna, ao nível de infra-estruturas, equipamentos, recursos humanos e de medidas específicas que não terão de passar pela “censura” governamental.
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"Tendo por base o projecto de desenvolvimento da UA, foi estabelecido um acordo de princípio com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para a celebração de um contrato-programa, baseado em objectivos de desempenho, que permitirá o reforço das infra-estruturas e equipamentos, a contratação de recursos humanos qualificados, o desenvolvimento de medidas específicas de apoio aos estudantes e à promoção da qualidade do ensino e o reforço de medidas transversais de garantia da qualidade".
"UA tem agora configurado um novo modelo de enquadramento, de governo e de organização, que visa proporcionar condições de médio prazo para a continuada melhoria do serviço público prestado pela Universidade de Aveiro, em matéria de investigação, ensino e cooperação com a sociedade".
Esta mudança deverá custar cerca 40 milhões de euros ao longo dos próximos cinco anos. A UA é a primeira universidade a avançar com uma proposta neste sentido.
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Em traços gerais, a UA ganha independência tanto ao nível financeiro como ao nível da sua gestão, cujo ponto que nos parece mais significativo, é o facto de não poder depender do financiamento estatal. Como entidade financeiramente independente, ganha também uma maior autonomia no que toca à gestão interna, ao nível de infra-estruturas, equipamentos, recursos humanos e de medidas específicas que não terão de passar pela “censura” governamental.
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